terça-feira, 17 de maio de 2016

Pirocinese

Pirocinese (PK): A habilidade de aumentar a temperatura corporal ou a temperatura de objetos obtendo controle sobre o fogo podendo ate criar uma chama.

O FOGO É O ELEMENTO MAIS PERIGOSO DENTRE AS CINESES E PODE FERIR OU DANIFICAR QUALQUER UM/OU QUALQUER COISA, PORTANTO, OS RESULTADOS DESTES EXERCÍCIOS É DE RESPONSABILIDADE TOTAL POR PARTE DE QUEM O
EXECUTAR.


Exercício 1:

Exercício da Vela

 Pegue uma vela, não importa a cor (vermelho pode ajudá-lo a "personalizar" a luz) e a
acenda
Fique na Frente da velha e concentre-se.Tente ser a chama, deixe o elemento invadir
você como se você tivesse tido sempre ela em você.
Tente Estabelecer contato com fogo, e tentar controlá-lo.
 Mova a chama para a direta, esquerda ...


Exercício 2:

Sempre com a mesma vela, tente apagar a vela.
Tente fazer que o oxigênio não chegue até a vela baixando a temperatura da vela.
Uma vez que você conseguiu apagar, tentar reacender. Imagine que a temperatura
aumenta e acenda a vela.


CONTROLANDO AS CHAMAS

EXPLICAÇÃO


Antes de mais nada quero esclarecer uma coisinha;


Divido a pirocinese em dois níveis que são:

1. Combustão;

2. Manipulação.

Vou começar pelo primeiro nível.

DESFAZENDO CHAMAS


Obs: Para evitar contato visual direto com a chama recomendo a utilização de
óculos de sol.


Acenda uma vela e sente-se de frente para a mesma. Olhe fixamente para a
chama e imagine que ela está perdendo as forças, ficando cada vez menor...

Mantenha esse pensamento até que a chama se desvaneça (desfaça/apague)
por completa.

RECRIANDO CHAMAS


Obs: Para evitar contato visual direto com a chama recomendo a utilização de
óculos de sol.


Quando for capaz de apagar a chama da vela, concentre-se na ponta
incandescente que ainda está à vista e concentre-se. Imagine a combustão da
mesma. Sinta o calor à sua volta e concentre-o na ponta do pavio.


CONTROLE DAS CHAMAS


Concentre-se na chama da vela e tente movimentá-la.

Comece movimentando para a esquerda e direita, efetuando assim uma "dança".

Quando conseguir, relaxe sua mente e sinta-se como se você fosse a chama.

Neste ponto, imagine novas proporções para a chama, tais como: mais/menos
chamas; chamas faiscantes e na forma de filetes verticais extensos...
Conduza este exercício como uma brincadeira.
Agora tente conduzir as chamas com sua(s) mão(s).

DESAFIO ARDENTE


Agora que você controla o fogo, imagine ângulos um pouco mais complexos e
mova a chama por dentre esses ângulos. Exemplos: formas espiraladas, retas,
curvas e diagonais.

Quando conseguir, passe a chama para sua mão mas você não deve deixar
que lhe toque.

Aumente um pouco a proporção das chamas e vá absorvendo o calor adicional
para seu corpo, concentrando quase que todo esse calor em sua mão
dominante.

Agora sim você poderá deixar que a chama toque sua mão pois a temperatura
de ambas devem estar coincidindo ( não faça isso antes de ter certeza que não
se queimará).



segunda-feira, 16 de maio de 2016

Karma

O que é Karma?
Karma ou carma significa ação, em sânscrito (antiga língua sagrada da Índia) é um termo vindo da religião budistahinduísta jainista, adotado posteriormente também pelo espiritismo.
Na física, essa palavra é equivalente a lei: "Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário", ou seja, para cada ação que um indivíduo pratica vai haver uma reação, dependendo da religião o sentido da palavra pode ser diferente, mas usualmente é relacionada a ação e suas consequências.
A lei do Karma é aquela lei que ajusta o efeito a sua causa, ou seja, todo o bem ou mal que tenhamos feito numa vida virá trazer-nos consequências boas ou más para esta vida ou próximas existências. A lei do Karma é imodificável, e é conhecida em várias religiões como “justiça celestial”.
Em sânscrito, karma significa "ato deliberado". Nas suas origens, a palavra karma significava "força" ou "movimento". Apesar disso, a literatura pós-védica expressa a evolução do termo para "lei" ou "ordem", sendo definida muitas vezes como "lei de conservação da força". Isto significa que cada pessoa receberá o resultado das suas ações. É um mero caso de causa e consequência.

AÇÃO E REAÇÃO
Na filosofia e nas religiões indianas, o karma é uma espécie de lei universal de causa e efeito. Ele dita que toda ação tem consequências futuras, que dependem de sua natureza. "De forma mais simples, uma boa ação leva a bons resultados e uma má ação a maus resultados", diz Herman Tull, professor de estudos religiosos da Laffayette College (EUA)

DÍVIDA ETERNA
Como a crença indiana prevê o renascimento após a morte, o karma vai bem além do ditado "Aqui se faz, aqui se paga". A relação entre ação e resultado pode durar por mais de uma vida, e o sofrimento de cada pessoa é determinado pelas ações em uma (ou mais) vida(s) anterior(es). Quem age da forma correta consegue se libertar da carga acumulada pelas suas vidas pregressas
BEM MAIOR
Escrita também com c na língua portuguesa, a palavra karma vem do sânscrito (língua indiana antiga) e, ao pé da letra, significa ação. Ela já aparecia em textos indianos bem antigos, escritos entre os anos 1000 e 700 antes de Cristo, que falavam sobre rituais de sacrifícios. Acreditava-se que, como consequência do ato, era possível conquistar riqueza e até mesmo "um lugar no céu"
IDEIA UNIVERSAL
O karma está presente nos textos religiosos e filosóficos de todas as religiões da Índia, como hinduísmo, budismo, jainismo e sikhismo. A ideia de que colhemos o que plantamos também aparece em outras religiões, como o cristianismo e o judaísmo, que não acreditam, porém, na reencarnação. Mas o conceito extrapolou a prática religiosa e se tornou uma forma de explicar sorte e azar no cotidiano.
Lei Tríplice e o Karma
Lei Tríplice ou Lei de Três, comumente usada na Wicca, é a única lei desta religião, que dita: "Tudo o que fizeres voltará em triplo para ti", ou "Tudo aquilo que fizer retornará a você nesta vida multiplicado por três", sendo aplicada tanto na própria execução da mesma, quanto nos aspectos gerais da vida

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Gatos e Bruxas

Os animais são sempre relacionados a bruxaria, especialmente o “gato preto”. Os gatos e outros seres assim chamados de “familiares” serviam na verdade, como prova nos julgamentos de bruxas do século XVII.
Os bichos desempenhavam portanto, diversos papéis nos mitos pagãos e práticas religiosas da antiga Europa e algumas superstições ligadas às capacidades mágicas desses animais sobreviveram após a cristianização.
A doutrina da Igreja sempre encorajou as pessoas a discernir a sombra de Satã em quaisquer vínculos com um animal.
Há quatro mil anos, os gatos adorados e sagrados já no antigo Egito tem sido objeto de culto religioso e isso por exemplo podia ser visto em festivais que celebravam a Deusa de cabeça de gata, “Bast” os quais incluíam música, dança e rituais sexuais e se alguém cometesse o erro de matar um gato, esta pessoa poderia até mesmo ser executada.
Dizia-se também que a Deusa romana “Diana” assumia uma forma felina e no norte da Europa, os gatos eram os animais que puxavam a biga de “Freya”, a Deusa do amor e da beleza.
O que colocou fim à essa adoração dos gatos ? O cristianismo que invadiu a Europa e tinha a determinação de repudiar todos os aspectos de paganismo e tais animais adorados nada mais eram do que pequenos formas de “demônios”.
Curiosos certamente, estes casos que selecionei … Veja :
Em 1566, na Inglaterra, um gato de manchas negras chamado “Sathan” tornou-se um personagem de muita importância no julgamento de Elizabeth Francis. Os promotores diziam que Sathan havia cumprido muitas tarefas mágicas para Francis. O gato enchera os pastos de sua dona de ovelhas e atraíra seus pretendentes e ele também foi responsabilizado pela morte de um de seus enamorados, o qual havia aborrecido sua dona. E para completar de forma decisiva, diziam as testemunhas que para recompensar o gato, Francis dava a ele uma gota de seu sangue.
Um outro caso, foi um julgamento em 1618 no qual se falou da participação de um gato na magia que enviaria Margaret e Philippa Flower para o cadafalsto. Margaret confessou ter esfregado as luvas de suas pretensas vítimas na barriga de seu gato. O destino do gato de Margaret não foi registrado em lugar algum, mas muitos parentes de bruxas condenadas, foram queimados vivos.
Nessa grande galeria de casos das bruxas inglesas em meados de 1500, panfletos eram distribuídos pelas ruas mostrando que haveria um julgamento para a condenação de alguma suposta bruxa que eram inclusive, retratadas em xilogravuras.
ogando migalhas de pão em um círculo mágico, onde os demônios dançam com os gatos, Anne Bodenham de Wiltshire prevê o futuro, ato que provocou sua condenação por feitiçaria. Ela por sua vez, negava a ligação com o demônio, mas envolvera-se com o ocultismo: levava em seu pescoço um sapo com outro sapo dentro dele mesmo e receitava ervas medicinais e venenos.
Elizabeth Sawyer de Edmonton, enforcada em 1621, foi uma das raras bruxas inglesas a confessar relações com o diabo. Declarou que este lhe aparecera quando ela estava costurando e blasfemando. Mais tarde, o diabo teria se manifestado como um gato que ela amamentara em um teta sobrenatural. Para recompensá-la, o animal prejudicaria pessoas e animais a sua escolha.


A Sexta-Feira treze.

Muitas são as crenças sobre a Sexta-feira 13, aqui um pouco de história.

A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado como algo completo,  exemplos: 12 meses no ano, 12 tribos


 de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do Zodíaco. Já o 13 é 

considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o 

dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.

A superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de Cristo.


Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram 


convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de 

mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.

Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu 


origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se 

converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como 

vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e 

o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.

Com relação à sexta-feira, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro:


Alguns pesquisadores relatam que o grande dilúvio aconteceu na sexta-


feira.
A morte de Cristo aconteceu numa sexta-feira conhecida como Sexta-Feira da Paixão.
Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à sexta-feira.


No cristianismo é relatado um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal 


pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos 

simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo 


provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, 

sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, 

por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.

Celebrações da Sexta-feira 13 em Portugal:

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13. A maior festa acontece no castelo de Montalegre, Trás-os-Montes. Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiços, teatro e a famosa queimada.
Na vila de Vinhais, na aldeia de Cidões, também se festeja a sexta-feira 13. Nesta festa, as pessoas reúnem-se à volta de uma grande fogueira. Há também um banquete com produtos locais.
Em Cavalinhos, Leiria, as mulheres juntam-se num encontro onde os homens não podem participar. A noite é das mulheres, que aproveitam para passarem uma noite com muita adrenalina à mistura.
Noutras cidades portuguesas, como Braga, Loulé ou Porto, a sexta-feira 13 é celebrada com muita animação e com muitas bruxas à mistura.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Unicórnios - Unicorns

A Lenda

O lenda do Unicórnio é muito antiga e está presente em todo o mundo. Teve grande popularidade na Europa e China.

A palavra Unicórnio vem das palavras do latim: "unus", que significa um e "cornu", que significa chifre.

Símbolo da pureza, esperança, amor, majestade, poder, honestidade, liberdade e de tudo que há de bom no ser humano. Sua descrição varia muito de cultura para cultura, mas a descrição mais usada é de que ele seria na cor branca, com cauda de leão, corpo de cavalo, pernas de antílope, com 1 chifre em espiral na testa, barba de cabra e olhos azuis.


Hábitos

O Unicórnio é um ser selvagem e domesticável apenas por uma donzela de coração puro. É rápido, forte e habita jardins sem lugar específico. Seus alimentos favoritos são frutas, grãos maduros, água corrente e folhas tenras de árvores. A duração do Unicórnio na Terra é muito maior que o do Homem.


O Chifre

É um talismã de grande poder e virtude e só pode ser ativado através do Unicórnio. Sua luz diminuirá até se extinguir quando nas mãos de outro. No Chifre reside toda a história e pensamentos do Unicórnio. Muitos acreditam que ele tem poder de cura e que é ser um antídoto para veneno. A forma dele é em espiral: os dois meios, ou flautas, são unidos um ao outro. Em horas de perigo ou de concentração prolongada o Chifre pode apresentar brilho ou esplendor suave. Segundo a crença popular, para a proteção do unicórnio, não podemos ver seu chifre, com isso, o Unicórnio é confundido com um simples cavalo.


A Consteleção de Unicórnio (Monoceros)

Fica situada sobre o equador e suas principais estrelas são: a Mon: alpha Mon ou alpha Monocerotis, b Mon: beta Mon ou beta Monocerotis, d Mon: delta Mon ou delta Monocerotis, e Mon: epsilon Mon ou epsilon Monocerotis e S Mon ou S Monocerotis. Abreviação: Mon. Posição aproximada: 7 R.A. (horas) e -8 DEC. (graus). Sua descoberta foi atribuida ao astrônomo e matemático Jakob Bartsch(1600-1633), da Alemanha, porém, existem relatos anteriores desta constelação.